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Brasil: Agenda da continuidade versus agenda de episódios PDF Imprimir E-Mail

Oct-27-10 - por Murillo de Aragão

Enquanto a campanha caminha para o seu final de forma melancólica e entre temas de menor relevância para o futuro do país - como a discussão sobre o objeto jogado em Serra no Rio de Janeiro, o Brasil real está bombando: PIB de 7,5%; desemprego em baixa, consumo em alta e a promessa de um Natal gordo.

A conseqüência do ambiente econômico é o fortalecimento da agenda da continuidade que, evidentemente, ajuda Dilma. O discurso "paz e amor" de Serra na propaganda eleitoral não está sendo suficiente para capturar a agenda econômica de forma a mostrar para o eleitor que ele pode ser a continuidade melhorada. Dilma não tem que prometer. Deve apenas se associar ao bom momento. 

Fica claro que o embate entre Serra e Dilma ao longo da campanha referiu-se à agenda da continuidade versus a agenda dos episódios. Dilma representando o momento presente e a possibilidade de continuar avançando. Serra tentando se colocar como alternativa aperfeiçoada. Porém, sua viabilidade eleitoral  se deu em cima de episódios: quebra de sigilo fiscal, escândalo Erenice, ataques de Lula contra setores da imprensa e, agora, o incidente no Rio de Janeiro. Não pelo seu discurso.

Como a campanha de Serra depende de episódios para crescer e ter consistência, daí a sua dependência da forma que os eventos são tratados pela mídia eletrônica. No limite: com muito destaque serve a Serra. Com pouco destaque, não ajuda. Prosseguindo a vida normal do dia-a-dia do Brasil com suas alegrias e tragédias do cotidiano, nada muda e as tendências são mantidas.

O incidente do Rio de Janeiro e a inoportuna declaração de Lula de que tudo era uma "farsa" alimentou a agenda dos episódios no momento em que a agenda da continuidade espelhava uma tranqüila vantagem de 12 pontos nas pesquisas.

Faltando pouco mais de uma semana para as eleições, a única saída de Serra é apostar na agenda de episódios. Daí a exploração emocional do incidente como se fosse uma violência institucional do PT contra o candidato tucano. Deve ser pouco para mudar as tendências. Porém, o terreno daqui até o dia 31 será escorregadio e pantanoso onde as duas capas da Veja e a cobertura do Jornal Nacional vão ser mais importantes do que as mensagens dos candidatos.  

 
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