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Brasil: Política y Gobierno para 2011 PDF Imprimir E-Mail

Sep-28-10 - por Murillo de Aragão

Faltando duas semanas para o primeiro turno e considerando as tendências do momento, a preocupação dos analistas passa a ser sobre a governabilidade em 2011. Pelas pesquisas, dois cenários devem ser considerados: José Serra (PSDB) e Dilma Rousseff (PT). Marina Silva (PV), em que pese suas qualidades, não é competitiva. Assim, como seria um governo de Serra? E Dilma?
 
Com Serra, seu governo teria algumas características específicas e típicas da personalidade complexa do candidato. O mesmo vale para Dilma já que ambos têm personalidades fortes. Porém, existem diferenças marcantes entre a favorita Dilma e  Serra. 

O aspecto centralizador de Serra já ficou evidente na condução da campanha onde aliados pouco tiveram espaço para opinar. Vencendo as eleições, Serra terá conduzido o processo de forma autônoma sem ter dado grande espaço de participação a seus aliados. Em um eventual governo Serra, nada muda: aliados seriam meros coadjuvantes. 

Serra, pelo seu lado, faria um governo centralizador onde a escolha dos principais ministros seria exclusivamente sua. Nem o PSDB nem o DEM teriam muito a opinar na escolha dos principais ministros, a saber: Fazenda, Banco Central, Casa Civil, Saúde e Planejamento.

Apenas após escolher tais cargos – que poderiam ser ocupados ou não por militantes dos partidos de sua coligação, Serra abriria espaço para os seus aliados que seriam, pela ordem: PSDB, DEM, PMDB, PPS e PTB.
 
O PSDB teria representantes do tucanato de São Paulo, Minas Gerais, Ceará e Paraná. O PMDB seria representado pelos setores que apoiaram sua campanha, com destaque para o grupo de Jarbas Vasconcellos e Orestes Quércia.
 
O entendimento inicial com setores do PMDB seria a porta de entrada para uma negociação mais ampla de eventual participação em um eventual governo Serra.
 
No governo Dilma, a lógica seria parecida: um governo de coalizão. No entanto, caso vença definitivamente no primeiro turno, Lula será o grande organizador do governo e, em torno dele e com a participação de Dilma, o novo governo será construído.
 
O “protagonismo” de Lula decorreria do fato de que ele terá sido o grande eleitor de Dilma e responsável direto pela sua escolha e eleição já em primeiro turno.
 
No desenho do ministério, Lula e Dilma formariam o novo “núcleo duro” escolhendo os nomes que vão atuar na Fazenda, Banco Central, Casa Civil, Relações Institucionais, Planejamento e Desenvolvimento, Indústria e Comércio.

Na escolha dos nomes principais, algumas das expectativas do PT seriam atendidas com a escolha de militantes do partido.
 
O passo seguinte seria a nomeação dos demais ministros que devem seguir uma hierarquia na escolha. PT e PMDB serão os partidos com maior participação nas indicações, seguido pelo PSB, PR, PDT e PP.
 
Com relação à presidência da Câmara e do Senado, as tendências são as seguintes. Na Câmara, a disputa está entre PT e PMDB. Em sendo o PT o maior partido, o nome forte para ocupar a presidência é o de Candido Vacarezza (SP), atual líder do Governo.  Caso seja o PMDB, o atual líder do partido, Henrique Eduardo Alves (RN), é o favorito.
 
No Senado, o PMDB deverá eleger a maior bancada. Entre 18 e 20 senadores. José Sarney aparece como favorito já que sua recondução ao cargo não seria considerado reeleição, pois em 2011 começa uma nova legislatura.

Enfim, estas são as linhas gerais do futuro governo. Um ponto em comum é o governo de coalizão baseado na constituição de uma coligação de partidos cuja composição forneça a maioria nas duas casas do Congresso. Este parece ser o modelo que faz funcionar a nascente democracia brasileira.

 

 
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