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Brasil: El inmenso peso de la derrota de 2002 PDF Imprimir E-Mail

Sep-20-10 - por Murillo de Aragão

A derrota de 2002 nas eleições presidenciais pode ser considerada a batalha de Stalingrado para o PSDB: uma derrota que vai custar muito mais do que oito anos fora do poder federal. Seus efeitos foram sentidos em 2006 e estão sendo sentidos em 2010.

Em 2002, Lula ganhou – no segundo turno – em uma eleição que poderia ter sido liquidada no primeiro turno se Anthony Garotinho (PMDB) não tivesse tido pouco mais de 17% dos votos. José Serra terminou o primeiro turno com 23,19% dos votos e chegou a 38,72% no segundo turno.

O desempenho de Serra foi inferior à taxa de avaliação ótimo/bom/regular de Fernando Henrique Cardoso (segundo o Datafolha, 63% em setembro de 2002) a quem, equivocadamente, ele escondeu na campanha presidencial. Mesmo que a taxa de aprovação de FHC tenha declinado no final de seu governo, faltou coragem e inteligência para proteger o seu legado. Adiante, poderia ser útil.

Naquela época, além de tratar FHC como um “cunhado indesejável” na família tucana, Serra tratou de valorizar mais as suas realizações como ministro do que as do governo FHC. Sem a adequada defesa de Serra e o correto posicionamento estratégico do PSDB, a era FHC facilmente se transformou em herança maldita.

Em 2006, com Geraldo Alckim, a estratégia equivocada foi repetida. A era FHC foi posta de lado. Tal qual como Serra, Alckim achou que sua história como governador de São Paulo e o escândalo do mensalão seriam suficientes para derrotar Lula.

Mesmo tendo ido para o segundo turno, por conta da eclosão do escândalo dos aloprados, Lula ganhou tranquilo com pouco mais de 60% dos votos contra 39% de Alckim. Os votos de Alckimim terminaram sendo mais anti-lulistas do que a favor de um projeto alternativo de poder. Aliás, de forma surpreendente, Alckmin teve menos votos no primeiro do que no segundo turno.

Os erros de Serra em 2002 e de Alckmim em 2006 não foram aprendidos pelo PSDB. Ao esconder FHC, o ideólogo político do Plano Real, o PSDB jogou na lata do lixo sua melhor história de sucesso e não conseguiu colocar nada melhor no lugar.

Equivocadamente, o PSDB entrou na disputa de 2010 apostando apenas – e tão somente – no recall de Serra e na tese do “não é possível que o povo vá votar em Dilma, uma ilustre desconhecida e inexperiente, que jamais disputou uma eleição”.

Também colocaram suas fichas no eventual “anti-lulismo” e na possibilidade de eclosão de algum escândalo para voltar ao poder. Como se, na Fórmula 1, uma equipe fizesse a sua estratégia na hipótese de quebra do carro do adversário que lidera a competição.

O que está acontecendo todos sabem: Serra agarra-se em episódios – quebra de sigilo e escândalo dos Correios – para impedir o que parece ser inevitável: a vitória da candidatura governista.

Em política, existem derrotas e derrotas. Ao perder as eleições sem valorizar devidamente o sucesso da era FHC, o PSDB perdeu identidade e referências. Ficou refém da popularidade de Serra que se revelou frágil frente ao carisma e o sucesso da administração do presidente Lula.

A decisão correta deveria ter sido tomada em 2002 e nos anos subsequentes por meio de uma estratégia eficiente de volta ao poder. Daí, em certo sentido, a provável derrota de 2010 ser uma consequência direta das escolhas erradas de 2002 e não apenas por conta do imenso sucesso da atual administração.

Para o PSDB, o trágico é o fato de que, além de correr o sério risco de perder pela terceira vez uma eleição presidencial, é ficar dependendo do fracasso da fórmula lulista para voltar a ser competitivo nas eleições federa.

 

 
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