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Brasil: Un debate precario y superficial PDF Imprimir E-Mail

Ago-17-10 - por Murillo de Aragão

Como esperado, o primeiro debate presidencial promovido pela TV Bandeirantes não trouxe grandes novidades. Como bem disse Plínio de Arruda Sampaio (PSOL), o menino maluquinho do debate, todos os demais candidatos são mais ou menos iguais em suas propostas. Um pouco intervencionistas, um pouco nacionalistas, um pouco assim, um pouco assado.

No limite, foram, igualmente, superficiais, rasteiros e pedestres. Dilma Rousseff (PT), por conveniência tática. Em sendo a líder nas pesquisas de intenção de voto, não poderia se arriscar. Ainda mais que estreava no ramo dos debates eleitorais. Já José Serra (PSDB) e Marina Silva (PV), por escassez de ideias divergentes e por erro tático.

O lado bom da mesmice é que nenhum dos candidatos competitivos apregoou loucuras no campo econômico. Provocados por Plínio, foram ponderados em suas observações. Outro lado bom da mesmice é que todos – menos Plínio – têm compromisso com a democracia representativa. Nenhum deles traz no bojo qualquer ideia “chavista” ou coisa que o valha.

Portanto, por conta do credo na gestão econômica consistente e do apego aos ideais democráticos, os três candidatos merecem o apoio de todos. É um grande avanço para o país.

O lado ruim do debate é que não houve condições para que temas mais importantes fossem abordados com profundidade. Daí a grande imprensa se dedicar a avaliar como os candidatos se portaram e não o que falaram. O Brasil é um país onde a estética e a forma valem muito mais do que o conteúdo. O debate e suas repercussões são prova disso.

Para não ir longe, cito alguns temas óbvios que foram esquecidos ou superficialmente comentados: o sistema tributário, o sistema político-eleitoral, a questão da Previdência e a política externa. A tragédia não foi completa porque alguns temas relevantes mereceram comentários afirmativos: segurança (expansão das UPPs) e saúde (ampliação do SUS).

Com os candidatos esgrimindo em torno de microagendas, Dilma levou vantagem pelo fato de que é a candidata de um governo cheio de iniciativas e realizações e, ainda por cima, muito bem avaliado. De acordo com a última pesquisa Ibope (2 a 5 de agosto), 85% dos eleitores aprovam o governo.

A ausência de conteúdo foi patética. Em um país de maior reflexão, o debate seria considerado uma tragédia pela falta de profundidade. O ponto alto, se podemos dizer assim, foi o trocadilho de Joelmir Betting sobre a taxa de juros: cruz crédito!

Paradoxalmente, o debate teve três vencedores e um claro derrotado. Foi, mais ou menos, como aqueles festivais de publicidade em Cannes, onde todo mundo ganha um Leão por alguma coisa. Serra venceu por ter sido o mais claro e didático, ainda que chato. Dilma venceu, pois não foi massacrada, como muitos esperavam, e saiu-se bem para quem estreava em um debate como candidata presidencial. Plínio ganhou por ter tido um brilhareco e seus 15 segundos de fama. Já Marina, ecologicamente falando, não foi barro nem tijolo. Vamos ver se melhora a qualidade nos próximos debates.

Por fim, três comentários e uma conclusão sobre o debate. Ele teve um Ibope pouco acima de 5%, enquanto o jogo da semi-final da Copa Libertadores entre São Paulo e Internacional teve um Ibope de mais de 30%. Fica óbvio que o debate teve um impacto modesto em termos de eleitorado. O segundo aspecto é que o debate foi claro em mostrar que a disputa está polarizada entre Serra e Dilma. O terceiro aspecto é que nem Serra foi muito melhor nem Dilma foi muito pior. Assim, o debate deve ter pouco impacto na preferência de ambos nas próximas pesquisas. O que, no limite, favorece Dilma, que lidera as pesquisas.

 

 
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