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Directo de Brasilia PDF Imprimir E-Mail

Ene-17-15 - por Murillo de Aragão

Uma luz no fim do túnel da Reforma Tributária

A Reforma Tributária que nenhum governo pós-ditadura conseguiu fazer para valer parece estar ficando madura. Os grandes empresários, revela O Globo, vão procurar a presidente Dilma e os principais governadores para viabilizá-la.

A proposta deles é convencer os cardeais do Congresso a fazer um pacto para simplificar os impostos e desburocratizar o país, uma ótima ideia para destravar o crescimento econômico.

Para evitar que as mudanças propostas parem no Legislativo, como aconteceu com a unificação do ICMS, os líderes corporativos sugerem a criação de um fundo de compensação para atenuar a resistência do Nordeste.

Um dos adversários da reforma, Cid Gomes, lembram, agora é ministro. É possível que sua visão tenha mudado. Os defensores das mudanças querem que o governo federal vincule essa alteração na lei à redução do indexador das dívidas de estados e municípios.

Falta pouco para a meta do aperto fiscal

Cobertura precisa da repórter Martha Beck, do Globo. São de sua autoria as matérias mais informativas sobre o trabalho da nova equipe econômica. Segundo as contas de Martha, as medidas tributárias estudadas pela equipe econômica têm o potencial de elevar a arrecadação em R$ 30 bilhões.

Da Cide ao aumento do PIS/Cofins para produtos importados e cosméticos, as ações a serem adotadas respondem por quase metade da meta do superávit primário de R$ 66,3 bilhões, ou 1,2% do PIB.

Falta contabilizar o corte de gastos e o contingenciamento adicional do Orçamento, após a volta dos parlamentares do recesso. Se quiser, a presidente poderá realizar um esforço fiscal ainda maior que a meta. Ou fazer política, abrindo mão de excessos. Essa virada no clima de desconfiança que ficou para trás, junto com 2014, foi conseguida em tempo recorde, contra o prognóstico de alguns céticos. Resta saber se a base aliada vai bancar a aposta dos técnicos.

Rápido no gatilho

A entrada de Joaquim Levy no governo trouxe um outro ganho, além do equilíbrio das contas públicas – a ocupação de generosos espaços na mídia, preferencialmente com notícias positivas. Nos últimos dias, o Globo e o Valor Econômico publicaram matérias demonstrando em detalhes que, com apenas 15 dias no cargo, o ministro da Fazenda já reverteu parte do clima que herdou.

Não só alguns indicadores econômicos importantes, como o câmbio, reagiram de forma positiva, quanto o volume do ajuste que ele programou para este ano – 1,2% do PIB de superávit primário – avançou muito, com projeção de elevação da arrecadação em R$ 30 bilhões.

Isso significa que ele também tem talento de comunicador, suprindo um dos principais problemas do governo, principalmente no ano passado, quando as críticas ao Planalto foram intensas e quase custam a reeleição.

Revoada e petistas

Depois da contundente entrevista da senadora Marta Suplicy atacando a presidente Dilma e alguns petistas, surgiram notícias sobre o desconforto de outros petistas importantes com problemas em suas legendas. Dois são mais evidentes: Cândido Vaccarezza, ex-líder do PT na Câmara, e Agnelo Queiroz, ex-governador do Distrito Federal.

No último pleito, o PT perdeu 17 cadeiras na Câmara dos Deputados. Em São Paulo, berço político do partido, os petistas conquistaram apenas 10 vagas ante as 15 da eleição anterior. Vaccarezza foi uma das vítimas dos fortes ventos de renovação que bateram na Câmara.

O caso de Agnelo é o mais grave de todos. Derrotado para a reeleição por Rodrigo Rollemberg, passou as últimas duas semanas amargando duras críticas contra sua administração, que teria legado um déficit de R$ 3,8 bilhões ao sucessor. Greves, falta de pagamento de servidores, interrupção do atendimento por parte de fornecedores, descaso para com a cidade.

A população vive a repetição dos desmandos e que periodicamente afetam a capital do país.

A respeito do novo destino dos três políticos: 1) Marta está flertando com o Solidariedade; 2) Vaccarezza faz mistério, e parece mesmo não ter alternativa clara; 3) Agnelo corre o risco de ser expulso do PT.

 

 
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