Navegador

Buscador

Investigaciones sobre Defensa

Suscripción a newsletter

Si desea recibir nuestro newsletter, por favor ingrese sus datos.
 
Inicio

Brasil: Un tercio de los candidatos es de sexo femenino PDF Imprimir E-Mail

Jul-23-14 - por Murillo de Aragão

O número de mulheres na disputa eleitoral deste ano é 46,5% maior do que em 2010, conforme dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE): de quase 25 mil candidatos em todo o Brasil, 7.407 são do sexo feminino, 29,73% do total. Na eleição de 2010 eram 5.056 candidatas (22,43%). A disputa para deputada (federal e estadual) registrou o maior número de candidatas: juntos os postos somaram 7.237 candidaturas, 2.404 a mais do que em 2010. A participação feminina na disputa para governador manteve-se equilibrada na comparação com a eleição anterior. As mulheres representaram cerca de 10% do total de candidatos para a vaga nos dois pleitos. Em 2014, serão 17 candidatas aos governos estaduais.
 
Para o cargo de presidente da República, dos 11 registros apresentados à Justiça Eleitoral, dois são do sexo feminino (18,18%). Apesar de todos os avanços, um ranking divulgado no começo deste ano mostra que, de 188 nações o Brasil é o 156º no que se refere à representação da mulher no Legislativo. Os dados integram a cartilha "+ Mulher na Política: Mulher, Tome Partido", produzida pela Procuradoria Especial da Mulher do Senado, em parceria com a bancada feminina da Câmara dos Deputados e a Procuradoria Especial da Mulher da Câmara.
 
Sem novidades na pesquisa Ibope
 
A situação permanece estável na sucessão: pesquisa Ibope divulgada pelo Jornal Nacional mostra Dilma Rousseff liderança com 38% das intenções de voto, Aécio o Neves segundo lugar com 22% e o ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos em terceiro com (PSB) tem 8%. Dilma também lidera as simulações de segundo turno: contra Aécio, vence por 41% a 33% e contra Campos, por 41% a 29%. Na pesquisa Datafolha finalizada no último dia 16, Dilma aparecia com 36% no primeiro turno; Aécio tinha 20%; Campos, 8%. A petista também liderava as simulações de segundo turno. Mas, considerando a margem de erro de dois pontos, aparecia em situação de empate técnico com Aécio (44% a 40%). Contra Campos, o resultado do Datafolha foi 45% a 38%.
 
O Ibope também investigou como a população avalia o governo Dilma e sua maneira de administrar o país. Segundo o instituto, 31% julgam o governo como bom ou ótimo. Para 36%, é regular. Outros 33% o classificam como ruim ou péssimo. São resultados parecidos com os da pesquisa Ibope de junho, com oscilações apenas dentro da margem de erro. A maneira de Dilma governar é aprovada por 44%, e desaprovada por 50%. A ausência de novidades foi um alívio para a campanha da presidente, que assim ganhou uma folga para trabalhar com tranquilidade até a próxima pesquisa, a última antes do início da campanha pelo rádio e tv. A partir daí, os candidatos terão 40 dias para convencer o eleitor, a etapa-chave da disputa.
 
24 mil candidatos vão disputar as eleições
 
Os 141,8 eleitores deverão escolher entre mais de 24 mil postulantes em outubro, entre candidatos a presidente, governador, senador, deputados federais, estaduais e distritais. Apesar da polarização entre Dilma Roussef (PT), Aécio Neves (PSDB) e Eduardo Campos (PSB), o Tribunal Superior Eleitoral registrou 11 candidatos à Presidência. São Paulo e Alagoas lideram o ranking do número de candidatos ao governo estadual – nove registros. Mesmo com o eleitorado pequeno, o Pará foi a região com o maior número de candidatos a senador, com 11 inscritos.
 
São Paulo e Rio de Janeiro foram os únicos com mais de mil candidatos à Câmara dos Deputados, com 1365 e 1068, respectivamente. Em terceiro lugar, com 658, está Minas Gerais. As três unidades federativas com maior eleitorado e importância econômica, SP, RJ e MG somam 3.081 candidaturas a deputado federal, o que representa 45% do total. Os três estados têm direito a um terço dos assentos na Câmara. Os partidos têm até 15 de setembro, a 20 dias das eleições, para substituir candidatos e a Justiça Eleitoral até o dia 21 de agosto para avaliar os pedidos de impugnação, portanto, o número de candidaturas pode mudar até lá.
 
 
BALANCES Y PERSPECTIVAS ¡nuevo!

ARGENTINA:
Balance 2016 | Perspectivas 2017
LATINOAMÉRICA:
Balance 2016 | Perspectivas 2017
MUNDO:
Balance 2016 | Perspectivas 2017

ACTUALIDAD

ARGENTINA
La particular elección porteña

LATINOAMÉRICA
El TLC entre China y el MERCOSUR

INTERNACIONAL
El surgimiento de una nueva era

EVOLUCIÓN SOCIOPOLÍTICA
Balance de la conflictividad social argentina durante abril

DEFENSA
¿Ante una crisis por error de cálculo?

OPINIÓN PÚBLICA
Seguimiento de intención de voto a presidente (Dic 2013 - Nov 2015)

OPINIÓN
Proyección del bicentenario de Chacabuco

SECCIONES

ARGENTINA

BOLIVIA
BRASIL

CHILE

COLOMBIA
COYUNTURA
CUBA
DEFENSA
EL SALVADOR
EVOLUCION SOCIOPOLITICA
HONDURAS
IBEROAMERICA
INTERNACIONAL
LAS AMERICAS
LATINOAMERICA

MEXICO

MUNDO
NICARAGUA
OPINION PUBLICA
PARAGUAY

PERU

URUGUAY

VENEZUELA

Opinion Publica Indicadores de opinion publica de Argentina Indicadores de opinion publica de Argentina Indicadores de opinion publica de America Latina

Archivo historico banner_cp.jpg


Indicadores