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Elecciones: Disputa equilibrada em São Paulo PDF Imprimir E-Mail
Jul-10-14 - por Murillo de Aragão
Com mais de 31 milhões de eleitores (cerca de 22% do eleitorado nacional), São Paulo representa um campo de batalha estratégico para a disputa presidencial de outubro. Pesquisa realizada pelo Instituto Veritá entre 1o e 5 de julho, mostra que a eleição promete ser bastante equilibrada no estado. Na simulação de 1o turno, a presidente Dilma Rousseff (PT) teria uma vantagem de apenas 5 pontos percentuais sobre o senador Aécio Neves (PSDB). Comparado com o resultado da eleição de 2010, o cenário é praticamente o mesmo para a presidente. Naquele ano, ela obteve 28,84% dos votos em São Paulo. O então candidato do PSDB, José Serra, teve 31,44%. Ou seja, segundo a pesquisa de hoje, Dilma perdeu 0,34 pontos em relação a 2010. Na comparação com a votação de Serra no 1o turno (31,44%) contra a intenção de voto em Aécio (23,5%) também há uma queda: 7,94%.
 
Tal equilíbrio também pode ser observado nas simulações de 2o turno, no estado. Hoje, Dilma Rousseff empataria tanto com Aécio Neves (PSDB) quanto com Eduardo Campos (PSB), se considerarmos a margem de erro da pesquisa (2,16%). Em um possível embate entre Dilma x Aécio, o candidato do PSDB teria uma vantagem de apenas 2,2% (ver tabela abaixo). Comparado com a eleição de 2010, o desempenho de Aécio é pior do que o de Serra. Atualmente, o ex-governador mineiro teria 34% das intenções de voto, contra os 40,63% obtidos por Serra na última eleição. Dilma também piorou seu desempenho. No segundo turno de 2010, ela conquistou 34,54% dos votos; hoje, 31,8% declaram que reelegerão a presidente. Contra Eduardo, Dilma teria uma vantagem de apenas 2,6% (ver tabela abaixo). Nesse cenário, o percentual de brancos, nulos e indecisos continua elevado (38,5%).
 
Comitê de Dilma animado com contas de Minas e São Paulo
 
O PT vai dedicar atenção especial ao maior eleitorado do país, São Paulo, onde o partido está vulnerável: o prefeito Fernando Haddad é mal avaliado e a candidatura de Alexandre Padilha ao governo não conseguiu decolar. Com base em pesquisas semanais, a campanha da presidente Dilma avalia que para sair dali vitoriosa ela terá de garantir 35% dos votos no estado. Em Minas, os petistas trabalham para que a presidente, que é mineira, consiga chegar aos 40% dos votos válidos, segundo a coluna de Ilimar Franco, do Globo. Depois das negociações para montar palanques e alianças visando a propaganda eleitoral, os coordenadores da campanha de Dilma preveem que ela vencerá por larga margem no Norte, Nordeste, Centro-Oeste e no Rio. A situação é difícil no Sul, embora tenha melhorado com a candidatura de Roberto Requião. Segundo esses números, os acordos de última hora que fizeram alguns candidatos a governador oferecer seu palanque três ou quatro candidatos a presidente, poderão ser neutralizados com muita conversa e paciência.
 
Qual será o impacto da derrota?
 
Passado o pesadelo, os brasileiros acordaram hoje com duas indagações: o fracasso da Seleção pode trazer de volta um novo ciclo de protestos? Quais os desdobramentos eleitorais de um placar tão adverso? O maior risco é a ocorrência de grandes manifestações contra o governo e contra a conjuntura, alimentadas pelo sentimento negativo deflagrado pela derrota, e, por conseguinte, isso afetar o desempenho de Dilma Rousseff na campanha eleitoral. O mais provável é que o fato seja assimilado nas próximas semanas. Em especial, se uma nova derrota na disputa pelo terceiro lugar, no próximo sábado, não contribuir para piorar a situação. Um “apagão” logístico teria sido muito mais impactante para a campanha eleitoral do que uma derrota nos gramados, pois exporia o governo em uma situação de fracasso direto. E isso não ocorreu. Bem ao contrário.
 
No caso do fracasso da Seleção, a responsabilidade é da CBF, da comissão técnica e dos jogadores. Antes mesmo do desastre, muitos deles já eram criticados pela torcida e pala imprensa, uma vez que o Brasil jogava abaixo de suas expectativas. Na história recente, nenhuma das eleições presidenciais (1994, 1998, 2002, 2006 e 2010) foi afetada significativamente pelo desempenho do Brasil na Copa do Mundo.
 
 
 
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