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Brasil: Desorientación en el año electoral PDF Imprimir E-Mail

May-21-14 - por Murillo de Aragão

A desoneração da folha de pagamento deverá tornar-se permanente, medida destinada a aproximar a presidente Dilma do empresariado, descontente com seu governo e de namoro com seus adversários na eleição deste ano. A medida deverá ser anunciada em encontro com empresários no Fórum Nacional da Indústria, da CNI, nesta quinta-feira 22, para discutir problemas do setor. O governo está preocupado com o ritmo fraco da indústria, que está postergando investimentos diante da queda de atividade e incertezas neste ano eleitoral.
 
A indústria passa por um momento de recuo na produção. Em março, segundo dados divulgados pelo IBGE, registrou queda de 0,5% ante fevereiro, ritmo ditado pela menor fabricação de veículos. Insatisfeitos com o estilo intervencionista da presidente, empresários têm se reunido com o tucano Aécio Neves e o pessebista Eduardo Campos. Pesquisas internas, nos encontros, mostram que o empresariado prefere um dos dois.
 
O indicador de produção da indústria da Confederação Nacional da Indústria ficou em 47,3 pontos em abril, com base em pesquisa feita entre 5 e 14 de maio com 2.045 empresas do país. Segundo a CNI, o indicador varia de zero a 100 pontos, sendo que valores acima de 50 pontos indicam evolução positiva, e abaixo disso, queda na produção. Abril, de acordo com a CNI, foi o sexto mês consecutivo em que o índice ficou abaixo dos 50 pontos. “Além disso, o índice é menor que o registrado em março, o que significa que a queda foi mais disseminada pela indústria”, avalia a Confederação Nacional da Indústria.
 
Dilma jantará com empresários do agronegócio na sexta
 
A presidente Dilma jantará nesta sexta-feira 23, no Palácio do Planalto, com os principais empresários do agronegócio, uma cartada importante para atraí-los para a sua campanha à reeleição. O governo age com certo atraso, e teme que o setor feche por completo seu apoio ao candidato do PSDB, senador Aécio Neves, e a Eduardo Campos, do PSB. A reaproximação de Dilma com o agronegócio está sendo conduzida por meio da senadora Kátia Abreu (PMDB-TO), atual presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). A ideia é romper a resistência do setor, com quem Dilma manteve boa relação em 2010, quando foi eleita.
 
Os usineiros de etanol são os mais descontentes com a presidente. A principal entidade do setor, a União da Indústria da Cana-de-açúcar reclama que 30% das empresas são obrigadas a empenhar pelo menos 17% do faturamento para cobrir endividamentos e pode deixar de produzir cana-de-açúcar por causa da crise. A presidente da entidade, Elizabeth Farina, critica a presidente Dilma e o ministro Guido Mantega (Fazenda) sem reservas. Segundo o diretor técnico da entidade, Antonio de Padua Rodrigues, 30 empresas de etanol estão em processo de recuperação judicial e há o risco de calote, o que já dificulta o acesso a financiamento privado.
 
O incansável operador Lula
 
A presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Lula vão participar de uma série de reuniões públicos a partir do dia 30 de maio, em Belo Horizonte, reduto do principal adversário do PT, Aécio Neves (PSDB). Eles estarão presentes em evento do candidato petista ao governo mineiro, Fernando Pimentel. A agenda da dupla prevê cinco compromissos até as convenções partidárias, que oficializarão as candidaturas até o fim de junho. Serão priorizados os principais colégios eleitorais – São Paulo, Bahia, Paraná, Pernambuco e Rio Grande do Sul. Esses cinco estados mais Minas abrigam problemas para a candidatura oficial, alguns deles com base em dissidências do PMDB, que na semana passada apresentou-se dividido numa reunião de sua executiva. Ainda não há definição sobre uma ida conjunta ao Rio, onde PT e PMDB, aliados no plano nacional, serão rivais na disputa ao governo do Estado. Nos últimos dias, Lula dedicou-se em tempo integral a articulações destinadas a consolidar alianças visando 5 de outubro.
 
 
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